5 intrigantes códigos ainda não decifrados

Quem não gosta de resolver um bom mistério, não é mesmo? Se você é fascinado por histórias de detetives e por decifrar códigos, este artigo é para você. Isso porque a humanidade guarda alguns enigmas não solucionados.

Poucos estão relacionados com dinheiro, então se este é o seu único interesse é melhor tirar o cavalinho da chuva. Agora, se adora um desafio e quer exercitar a mente, confira conosco 5 mistérios ainda não decifrados pela humanidade.

1. Cifras de Beale

As cifras de Beale são uma série de três mensagens cifradas deixadas por Thomas Beale a um amigo, no distante ano de 1822. É considerado um dos maiores enigmas não solucionados da humanidade.

A história conta que Beale haveria deixado instruções a um amigo, Robert Morriss, sobre o local em que um tesouro estaria enterrado, no Condado de Bedford, na Virgínia, Estados Unidos. O amigo deveria decifrá-las caso Beale não retornasse de viagem e, para tal, receberia uma carta contendo o caminho para resolver o enigma.

Porém, a carta nunca foi recebida e o mistério segue não desvendado. Sabe-se apenas que se trata de ouro e prata (das três mensagens, a única decifrada descrevia o que continha), algo em torno de US$ 20 milhões em valores corrigidos.

2. Manuscrito Voynich

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

O Manuscrito Voynich ganhou esse nome em referência ao livreiro Wilfrid Michael Voynich, que em 1912 o adquiriu no interior da Itália. São 204 páginas repletas de um conteúdo totalmente incompreensível, que pesquisadores acreditam ter sido escrito há aproximadamente 600 anos. Nada foi desvendado até hoje, apenas restando algumas teorias a seu respeito.

Uma delas afirma que o livro seria uma fraude do mago e astrólogo inglês Edward Kelley para enganar o rei Rodolfo II. Outra defende que teria sido criado por Leonardo da Vinci durante sua infância. Há muitos estudos e livros publicados a seu respeito, mas até hoje o código segue sem ser decifrado.

3. Seção 4 da escultura Kryptos

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Na frente da CIA, a agência de inteligência norte-americana, o escultor Jim Sanborn instalou uma peça chamada Kryptos, em 1990, a pedido da própria agência. Acontece que o mistério que envolve o código presente na escultura não era fazia parte do pedido. Sanborn até deixou um envelope com parte da solução do enigma, mas o segredo segue ativo.

O monumento, uma peça feita de quatro placas de cobre, se assemelha a um pergaminho e seu código é composto de 26 letras do alfabeto latino intercaladas com pontos de interrogação. Atualmente, três partes já foram solucionadas, restando apenas a última, conhecida como Seção 4.

4. O mistério do homem de Somerton

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Há 74 anos, o cadáver de um homem segue sendo um mistério. Conhecido como “o homem de Somerton”, trata-se de um corpo encontrado no final de 1948 por um casal que caminhava na praia de Somerton, na Austrália. Ele não estava com nenhum documento capaz de identificá-lo, somente com bilhetes de trem, e as roupas que vestiam eram simples.

Nada muito importante foi descoberto, a não ser um pedaço de papel impresso com as palavras Tamám Shud em um bolso falso de sua calça. Nunca a polícia conseguiu decifrar o que significariam as palavras, até porque as pistas sempre foram desconexas. O caso segue aberto e sem nenhuma solução no horizonte.

5. Código de McCormick

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Em 1999, o FBI investigava o assassinato de um homem, porém as únicas pistas que tinham eram duas anotações encontradas no bolso de sua calça. Aparentemente seria simples, não fosse o fato de que as mensagens estivessem escritas num código que ninguém, até hoje, é capaz de decifrar.

O FBI chegou a vir a público em uma coletiva pedir ajuda para solucioná-lo, mas segue sem obter sucesso. As poucas coisas que se sabe é que o corpo era de Ricky McCormick, um homem de 41 anos que foi assassinado e cujo corpo foi jogado no campo. As notas cifradas contém 30 linhas e foram construídas utilizando letras, números e sinais.

A família chegou a informar à polícia que esse era um código que McCormick usava desde garoto, ou seja, o provável único capaz de decifrar está morto. O caso segue aberto e está no topa da lista da divisão de criptografia do FBI.

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